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Transparência

Atualizações

Último build do corpus: 01/11/2026, 07:23 BRT. Cada alteração de dado passa por validação automática e revisão; o histórico completo está no Git do repositório.

  1. Lote 98 — a CPMI do Master segue travada: cinco mandados de segurança, nenhum decidido a favor

    Atualizado o status da CPMI do Banco Master, parado no corpus desde 21/05/2026. Confirmado que, até 13/07/2026 — sem indício de mudança até 05/09/2026 —, o requerimento (281 assinaturas) nunca foi lido em sessão. Mapeados cinco mandados de segurança no STF contra a omissão de Alcolumbre/Motta: MS 40.791 rejeitado (Zanin); MS sob relatoria de Nunes Marques parado por ao menos 125 dias sem despacho; MS distribuído a Mendonça, que declarou não ver urgência; pedido de suspeição contra Nunes Marques rejeitado por Fachin por razão processual, sem mérito. Reafirmada, com fonte específica, a rejeição da prorrogação da CPMI do INSS pelo Plenário do STF (tema conexo, já corretamente registrado no corpus). Registrada, como leitura interpretativa de analistas — não fato — a hipótese de 'sufocamento por sobreposição de prioridades' via calendário eleitoral.

      Registros afetados: Davi Alcolumbre, Nunes Marques, André Mendonça

    • Lote 97 — PKL One = PKL One Participações: identidade confirmada, e a rede de Andréa Lima Novaes

      Por CNPJ oficial (27.490.629/0001-13, nome fantasia CREDCESTA), confirmada a identidade entre 'PKL One' e 'PKL One Participações S.A.' — os dois registros do corpus são unificados sob 'pkl-one-participacoes'. Descartada definitivamente a hipótese de uma 'Milo Investimentos' ligada a Augusto Lima — a única com esse nome no ecossistema é da própria família Vorcaro, já registrada por outra via. Mapeada a rede societária mais ampla de Andréa Lima Novaes (Ametrino e Oandlig Participações, ambas com o fundo Diamond FIP e a própria PKL One Participações como sócios; Ana Paula de Almeida Pithon como sócia recorrente). Registrado, com a devida cautela quanto à causa não estabelecida, um fato novo e não noticiado: a troca do diretor da PKL One Participações em 16/07/2026. Confirmada, por CNPJ oficial, a diretoria atual da Ebal (Gustavo Castro Lima Carlos de Souza e Luia Kruschewsky Monteiro), sem Augusto Lima ou Andréa no quadro, e sem sinal de bloqueio ou alienação judicial da empresa.

        Registros afetados: PKL One Participações S.A., Empresa Baiana de Alimentos, Milo Investimentos, Augusto Lima, Banco Master

      • Lote 96 — a PF prepara o primeiro indiciamento formal no núcleo do caso Master

        Confirmado, por levantamento de status da Operação Compliance Zero: a PF concluiu, em agosto de 2026, o inquérito-mãe (1ª fase) e preparou indiciamento de Daniel Vorcaro, Paulo Henrique Costa (ex-BRB) e Nelson Tanure, remetido ao MPF/PGR — ainda sem denúncia formal oferecida até 05/09/2026. As demais frentes verificadas (fases 1-10 da operação, depoimento adiado de Jaques Wagner, crise Moraes-Mendonça no STF, mudança de relatoria Toffoli→Mendonça) já estavam corretamente refletidas no corpus, sem necessidade de atualização adicional.

          Registros afetados: Daniel Vorcaro, Nelson Tanure, Paulo Henrique Costa

        • Lote 95 — a rede dos 91 escritórios: as duas cúpulas da OAB, ACM Neto e o ex-juiz de falências

          Expandida a rede de honorários do Banco Master com quatro novos nomes de relevância pública, todos com CNPJ confirmado: os dois últimos ex-presidentes nacionais da OAB — Marcus Vinicius Furtado Coêlho (R$ 27,5mi em 2025, 2º maior valor do ano) e Felipe Santa Cruz (R$ 1,55mi) —, a empresa de consultoria de ACM Neto (A&M Consultoria, não é escritório de advocacia; valores divergentes entre R$5,4mi e R$3,6mi conforme a fonte) e o escritório fundado por um ex-juiz de vara de falências de São Paulo (Sacramone, Orleans e Bragança). Confirmado que os pagamentos a Antonio Rueda e Fabio Wajngarten já estavam registrados no corpus. Reconciliados os três totais concorrentes da imprensa (R$ 543mi/91 escritórios/4 anos; R$ 304,5mi/98 escritórios/só 2025; R$ 870mi/empresas jovens de qualquer natureza) como escopos distintos, não contraditórios. Não confirmado: o CNPJ específico ligado a Antonio Rueda — mantido apenas o já registrado no corpus, sem criar vínculo societário não verificado.

            Registros afetados: Banco Master

          • Lote 94 — Trustee/Banvox: a liquidação de 03/09/2026, seus mecanismos e seus limites de prova

            Aprofundada a liquidação extrajudicial da Trustee e da Banvox (03/09/2026, dois dias antes desta atualização). Dimensionada a medida: 17ª instituição liquidada pelo BC em 2026, maior volume desde 2002; ato assinado por Ailton de Aquino, substituto de Galípolo. Documentado que não há liquidante único para o ecossistema Master — Marilena Simões Valentim cuida apenas de Trustee/Banvox, distinta do liquidante do núcleo Master/Will Bank/Letsbank. Corrigido, com maior precisão, o mecanismo do prejuízo de R$ 640 milhões ao Rioprevidência: dois mecanismos distintos, não um único — compra maciça de ações da Ambipar via Trustee (Texas I FIA) e voto prejudicial da Acura em assembleia de cotistas do FIDC Eicon (Revolution). Registrada, com cautela explícita, a alegação não confirmada da própria Trustee/Banvox de que uma denúncia do MP na Carbono Oculto teria sido apresentada 'na mesma data' da liquidação — a única denúncia do MPSP verificada de forma independente é de três semanas antes, sobre matéria distinta.

              Registros afetados: Trustee DTVM, Banvox DTVM, Banco Central do Brasil, RioPrevidência

            • Lote 93 — a venda do Voiter ao BC: aprovada apesar de fraude já identificada

              Aprofundado o episódio da aprovação, pelo Banco Central, da venda do Banco Voiter a Augusto Lima em 24/07/2025 (efeitos 11/08/2025), meses depois de a própria autarquia identificar cessão de créditos inexistentes ao BRB e comunicar o fato ao MPF em julho de 2025. Documentadas, com nomes e datas precisas, as reuniões de Augusto Lima com a cúpula do BC em 2025 (Galípolo, Ailton de Aquino, Renato Gomes, Cristiano Cozer), corroboradas por três veículos independentes. Mantida cautela editorial explícita: não foi localizada a ata/voto nominal da Diretoria Colegiada, nem resposta oficial do BC sobre a aparente contradição, nem prova de relação causal entre as reuniões e a aprovação — tudo isso permanece indício a apurar, não fato estabelecido. Registrada também divergência não reconciliada entre os R$ 160 milhões (aportes formais de capital) e os R$ 600 milhões (gasto total de patrimônio pessoal, segundo O Tempo) que Augusto Lima teria investido tentando salvar o Voiter/Pleno.

                Registros afetados: Banco Pleno, Banco Central do Brasil, Augusto Lima

              • Lote 92 — a relação Mantega-Vorcaro: ausência no relatório do celular, a tarefa do BRB, e valores que não fecham

                A pedido direto do editor, aprofundada a relação entre Guido Mantega e Daniel Vorcaro. Achado central por leitura direta do documento primário: 'Mantega' tem zero ocorrências nas 218 páginas do relatório da PF sobre o celular de Vorcaro, checagem validada por contagens já publicadas do mesmo documento. Localizada a descrição mais concreta do trabalho de Mantega — 'azeitar a venda... para o BRB' — e uma declaração inédita dele fixando o fim do contrato em agosto de 2025, que contradiz a mesma coluna do Metrópoles sobre lobby até novembro. Os valores da consultoria (R$ 14mi/16mi/11mi, conforme a fonte) permanecem sem reconciliação — inclusive com uma aritmética interna que não fecha na própria matéria que a relata. Nenhum indício de contato pessoal direto Mantega-Vorcaro além da mediação institucional já conhecida.

                  Registros afetados: Guido Mantega, Daniel Vorcaro, Banco Master

                • Lote 91 — Tanure réu na Gafisa: a denúncia por informação privilegiada na compra da Upcon

                  Aprofundado o processo penal distinto do caso Master em que Nelson Tanure é réu desde 28/01/2026, junto com Gilberto Benevides (ex-controlador da Upcon): uso de informação privilegiada na aquisição da Upcon pela Gafisa (2019-2020), pena máxima de 5 anos, compatível com o art. 27-D da Lei 6.385/76. ACHADO QUE CORRIGE PREMISSA DA EQUIPE: o processo 5008069-89.2023.4.03.6181 tramita em SEGREDO DE JUSTIÇA, confirmado por declaração da própria defesa e pela ausência de indexação pública — não está acessível por certificado digital a quem não seja parte, ao contrário do presumido na lista de processos prioritários fornecida anteriormente. Documentado o mecanismo alegado pelo MPF (inflação do capital da Upcon, uso de offshores e do fundo Singular Plus) e a rejeição, por Toffoli, da conexão com o caso Master. Não localizado: PAS específico da CVM sobre a alegação de insider trading na Upcon (distinto do PAS de 2024 sobre tratamento desigual entre acionistas, que é outra matéria), e qualquer andamento processual entre janeiro e setembro de 2026.

                    Registros afetados: Nelson Tanure, Gafisa, Upcon, Gilberto Benevides

                  • Lote 90 — o preço sistêmico: a exposição consolidada do FGC ao ecossistema Master

                    Criada a organização Fundo Garantidor de Créditos e consolidado, pela primeira vez no corpus, o impacto financeiro do caso Master sobre o fundo: R$ 40,6 bilhões provisionados para o núcleo Master/Master de Investimentos/Letsbank, R$ 6,3 bilhões estimados para o Will Bank, impacto total de R$ 57,4 bilhões no balanço de 2025, déficit contábil de R$ 17,1 bilhões e queda de 41,4% na liquidez, cobertos por aporte extraordinário dos bancos associados. Documentado, com convergência de múltiplas fontes, como o maior resgate da história do FGC — e registrado, como resultado negativo relevante, que nenhuma fonte disponível estima quanto desse valor será recuperado da massa falida do Master, isto é, o prejuízo definitivo do fundo permanece indeterminado. Registradas também as posições institucionais do BC e da Febraban negando risco sistêmico, e as reclamações de credores do Will Bank sobre atraso no pagamento.

                      Registros afetados: Fundo Garantidor de Créditos, Banco Central do Brasil, Banco Master, Will Bank

                    • Lote 89 — Asteba e Asseba: as associações por trás dos créditos fabricados da Tirreno

                      Identificadas com precisão as 'duas associações de servidores da Bahia' que o Banco Master, em ofício ao Banco Central de 25/03/2025, apontou como origem dos créditos de R$ 12,2 bilhões revendidos ao BRB pela Tirreno (lote 87): são a Asteba e a Asseba, as mesmas associações investigadas na Operação Compliance Zero por R$ 6,7 bilhões em consignado incompatível com suas mensalidades. Documentado o vínculo de controle de Augusto Lima sobre ambas, por procuração e por compartilhamento de e-mail/telefone com empresa de sua propriedade exclusiva (Terra Firme da Bahia). A identificação nominal apoia-se em duas reportagens (Jornal de Brasília e O Tempo) que parecem derivar da mesma peça policial — registrado explicitamente como limite da força probatória da convergência. Não localizados: contrato formal entre as associações e o Master/Tirreno, o texto literal do ofício de 25/03/2025, e manifestação de defesa das associações.

                        Registros afetados: Tirreno, Augusto Lima, Banco Master, CredCesta

                      Trilha de auditoria completa: histórico de commits em /data.