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Transparência

Atualizações

Último build do corpus: 01/11/2026, 07:23 BRT. Cada alteração de dado passa por validação automática e revisão; o histórico completo está no Git do repositório.

  1. Lote 108 — dois fios puxados da leitura da decisão de Mendonça: um fechado, outro deliberadamente não nomeado

    Fechadas duas pistas específicas da leitura da decisão de Mendonça (lote 105). A Pet 15.900/DF é o 'Caso Tech Office' (Flávio Dino, 17/08/2026, afastamento do presidente do TCE-MA) — sem relação comprovada com o Master; registrada e descartada, por fonte única não verificada e negada pela assessoria, uma menção especulativa a um 'Dino' em anotações de Vorcaro sobre precatórios de R$ 15 bilhões. Sobre a servidora do DOC.3: uma única coluna de opinião atribui um nome, mas a equipe decide, por padrão de fonte insuficiente e por respeito à proteção reforçada que o próprio STF determinou sobre esta identidade específica, NÃO publicar o nome — critério distinto do aplicado ao caso David Ágape (lote 100), com a diferença explicitada na evidência para orientar decisões futuras semelhantes.

      Registros afetados: Flávio Dino, Andrei Rodrigues, André Mendonça, Daniel Vorcaro, Tribunal de Contas do Estado do Maranhão (TCE-MA)

    • Lote 107 — a namorada de Andrei fez lobby registrado para a Ambipar, alvo da Compliance Zero

      A partir de lead trazido pelo editor (post do Poder360), apurado o lobby formal e registrado (e-Agendas/CGU) que Renata Varandas — jornalista, sócia de relações governamentais e namorada pública, desde 2025, do diretor-geral afastado da PF, Andrei Rodrigues — fez para a Ambipar em quatro reuniões federais ao longo de 2026. Confirmado que a Ambipar é investigada na Compliance Zero por um mecanismo distinto do já registrado no corpus (Texas I FIA): venda de títulos podres do Master ao BRB, com busca na casa de uma vice-diretora da empresa em janeiro de 2026. Não foi localizada qualquer ação ou omissão de Andrei vinculada a esse conflito de interesse potencial — seu afastamento teve motivo diverso, já apurado no lote 105. Nenhuma das partes respondeu até a publicação. Tratada com reserva explícita uma alegação de 'contrato milionário' pessoal, de veículo de menor rigor editorial, não sustentada pelo próprio texto que a veicula.

        Registros afetados: Andrei Rodrigues, Ambipar, Renata Varandas, Banco Master, BRB, RioPrevidência

      • Lote 106 — o parecer do Cade, a mansão do cunhado de Vorcaro, e novos RPPS expostos ao Master

        Localizado e lido o parecer primário do Cade (SEI/CADE nº 1748173) sobre a revenda da Kovr ao PicPay: trecho literal confirma a 'triangulação financeira' identificada pelo órgão — crédito concedido pelo próprio comprador final aos vendedores intermediários no valor exato do preço, no mesmo dia da dupla operação de compra e revenda. Registrada divergência não resolvida sobre a data/motivo do arquivamento do procedimento apartado. Documentada a rota de R$ 650 milhões que, via cadeia de fundos da Reag (Astralo 95), chegou à Super Empreendimentos, do cunhado de Vorcaro, Fabiano Zettel, usados para comprar uma mansão de R$ 36,1 milhões em Brasília. Identificados seis novos RPPS expostos ao Master (Iprev Maceió, São Roque Prev, e quatro formalizados pelo MPC-SP), com recorrência da consultoria Crédito e Mercado e do executivo Renan Foglia Calamia em pelo menos dois casos distintos.

          Registros afetados: Kovr Seguradora, Fabiano Zettel, Super Empreendimentos e Participações, Crédito e Mercado, Renan Foglia Calamia, Banco Master, Daniel Vorcaro, Instituto de Previdência dos Servidores do Município de Maceió (Iprev), São Roque Previdência (São Roque Prev)

        • Lote 105 — a íntegra da decisão de Mendonça: o verdadeiro fundamento do afastamento de Andrei

          Lidos integralmente, pela equipe, os seis documentos primários da Pet 16.662 obtidos pelo editor via certificado digital: a petição do Partido Novo de 03/09 pedindo prisão preventiva de Andrei Rodrigues, e a decisão de Mendonça de 08/09 (33 páginas). Achado central, que corrige a leitura anterior do corpus: o afastamento NÃO se baseia nas alegações de corrupção do Partido Novo — Mendonça as reserva expressamente para depois —, mas na produção, pela PF, de um relatório de inteligência apócrifo (autodescrito como 'sem valor probatório', 'confiança agregada baixa') monitorando o próprio Mendonça e o AGU Jorge Messias por mais de 30 dias, relatório que chegou a Moraes e embasou a acusação dele contra Mendonça. Confirmada, por documento oficial, a sigla UADIP/CINQ/CGRC/DICOR/PF que David Ágape já havia reportado (lote 100) — reforçando a credibilidade daquela apuração. Registrada, com três camadas de atribuição, a fala da jornalista Monica Waldvogel (citada pelo próprio Mendonça) de que os relatórios teriam sido 'solicitados' por Moraes — alegação não confirmada de outra forma. Localizada e cuidadosamente contextualizada uma menção nominal a Roberta Moreira Luchsinger dentro do relatório apócrifo — mas no caso Sem Desconto/INSS, sem qualquer relação com o Master, preservando a conclusão já publicada de que a família presidencial está ausente das peças do caso Master.

            Registros afetados: André Mendonça, Andrei Rodrigues, Leandro Almada da Costa, Alexandre de Moraes, Polícia Federal, Partido Novo, Jorge Messias, Roberta Moreira Luchsinger, Aletea Vega Marona Kunde, Wellington César Lima e Silva, Monica Waldvogel

          • Lote 104 — os 207 pagamentos de precatórios da Bahia ao Master: cessão de crédito, não contrato direto

            Apurado, a partir de lead trazido pelo editor via post no X (tratado como ponto de partida, não como fonte factual), o conteúdo de matéria de Lauro Jardim (O Globo, 15/03/2026): 207 pagamentos do governo da Bahia ao Master entre 2023 e fevereiro de 2026, R$ 49,2 milhões. Confirmado o mecanismo exato — cessão de crédito de precatórios do Fundef por iniciativa de servidores da Educação, amparada na EC 114/2021, não contrato direto Estado-Master. Todo o período é posterior à saída de Rui Costa do governo baiano (dez/2022); ocorre sob Jerônimo Rodrigues. Sem ato pessoal de Rui Costa localizado quanto a esse mecanismo específico. Registrada, e explicitamente descartada por falta de lastro, a associação que um post político fazia entre o tema e o afastamento do diretor-geral da PF. Há pedido de CPI na Alba sem instalação confirmada; nenhuma investigação do TCE-BA ou MP-BA localizada.

              Registros afetados: Rui Costa, Jerônimo Rodrigues, Governo do Estado da Bahia, Banco Master

            • Lote 103 — as duas primeiras delações do caso Master: o que Mansur e Freixo alegam (não provam)

              Aprofundado o conteúdo das duas primeiras colaborações premiadas da Compliance Zero. Mansur (Reag): confirmados 17 anexos e multa de R$ 40 milhões (equivalente ao que recebeu da Reag), audiência de voluntariedade já realizada em 03/09/2026, homologação por Mendonça ainda pendente. Trechos vazados (não confirmados pela equipe em documento primário) alegam fundo em Cayman (Jaguar Multimarket Fund, R$ 494 milhões) e mecanismo detalhado da operação Tirreno-BRB (aquisição forjada de R$ 6 bi revendida por R$ 12 bi após manipulação de taxas de juros). Freixo ('Mineiro'): alega movimentação de ~US$ 1 bilhão para Vorcaro, incluindo repasses relacionados a Flávio Bolsonaro — extensão do que já era conhecido sobre o financiamento do filme 'Dark Horse'. Todas essas alegações são tratadas explicitamente como conteúdo de colaboração premiada não corroborado, nunca como fato estabelecido — inclusive porque parte da cobertura não pôde ser acessada pela equipe em texto integral, apenas por síntese de busca.

                Registros afetados: João Carlos Mansur, Antonio Carlos Freixo Júnior, Daniel Vorcaro, Flávio Bolsonaro, Entre Investimentos e Participações, Tirreno

              • Lote 102 — as duas trilhas da Pet 16.704, o pedido de impedimento contra Gonet, e o silêncio da PF

                Aprofundada a arquitetura processual da crise Moraes-Mendonça, por leitura direta de dois despachos primários de Fachin: a Pet 16.704 comporta duas trilhas distintas — comum/simultânea (03/09, os quatro chamados) e sequencial/restrita (04/09, primeiro Gonet, depois Mendonça, sobre a admissibilidade da acusação de Moraes). Confirmado, com trecho literal, que o pedido de nulidade de Gonet sobre a Pet 16.662 segue explicitamente pendente. Registrado que a Associação Nacional dos Delegados de PF pediu, em 06/09, o impedimento de Gonet nesses procedimentos. Corrigido o prazo comum para 11/09 (não 10/09). Sobre o afastamento de Andrei Rodrigues: confirmado, com citação literal da Reuters, que nem ele nem a PF/AGU responderam a pedidos de comentário — nenhuma reação institucional nova localizada. Refinados os detalhes do referendo na 2ª Turma (maioria 3x0, Gilmar pede vista aos 8 minutos, Toffoli não votou) e registrada cobertura internacional via EFE e Reuters.

                  Registros afetados: Edson Fachin, Paulo Gonet, André Mendonça, Alexandre de Moraes, Andrei Rodrigues, Polícia Federal, Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal

                • Lote 101 — Mendonça afasta o diretor-geral da PF: nova escalada da crise no STF

                  A pedido do editor, apurado o afastamento cautelar de Andrei Rodrigues e Leandro Almada da Costa por decisão de André Mendonça (Pet 16.662, 08/09/2026), sob alegação de monitoramento ilícito do ministro pela própria PF — concessão de pedido que o partido Novo já havia protocolado em 03/09/2026. Decisão pendente de referendo definitivo na 2ª Turma (Gilmar Mendes pediu vista) e contestada pela AGU por violação de competência presidencial, com cumprimento orientado enquanto recorre. William Marcel Murad assume interinamente. Registrado, como resultado negativo relevante, que nenhuma fonte localizada traz reação pública de Fachin ao fato — apesar de a decisão ter sido tomada em processo próprio de Mendonça (Pet 16.662), em paralelo ao procedimento (Pet 16.704) que o próprio presidente do STF avocara cinco dias antes para tratar da mesma crise. NOTA EDITORIAL: todas as fontes localizadas datam o fato de 08/09/2026, dois dias após a data corrente da sessão no momento em que a apuração foi solicitada (06/09/2026) — divergência sinalizada para checagem futura, sem prejuízo da convergência entre múltiplas fontes independentes sobre o núcleo do fato.

                    Registros afetados: André Mendonça, Andrei Rodrigues, Leandro Almada da Costa, William Marcel Murad, Polícia Federal, Edson Fachin

                  • Lote 100 — os nomes que David Ágape aponta como possível origem do dossiê anônimo contra Mendonça

                    Por decisão editorial explícita do editor, incluídos no grafo três nomes de baixa notoriedade que a newsletter 'A Investigação' (David Ágape) associa à possível origem do dossiê anônimo usado na decisão de Moraes contra Mendonça (03/09/2026): Jefferson Pessoa da Silva (indício de metadados de PDF, com o próprio artigo-fonte tratando isso como indício, não prova — verificado pela equipe por leitura direta do HTML bruto) e Dennis Cali / Wedson Cajé Lopes (sigla institucional em rodapé de documentos anônimos, alegação de uma segunda matéria NÃO verificada pela equipe contra documento primário). Todos os três entram como alegação de fonte única, classe A, com o peso da fonte sinalizado pela classificação — não como fato estabelecido. A lógica editorial: o grafo acumula rastro de alegações fracas para que ganhem ou percam relevância com novos lotes de informação, em vez de pré-filtrar o que entra.

                      Registros afetados: Jefferson Pessoa da Silva, Dennis Cali, Wedson Cajé Lopes, Alexandre de Moraes, André Mendonça, David Ágape

                    • Lote 99 — David Ágape voltou a publicar: o dossiê anônimo por trás da decisão de Moraes contra Mendonça

                      A pedido do editor, verificada a produção de David Ágape (newsletter 'A Investigação') entre 03 e 05/09/2026: seis peças novas identificadas, todas sobre a crise Moraes-Mendonça. A mais relevante — verificada por leitura direta do HTML bruto — alega que a decisão de Moraes de 03/09 contra Mendonça copiou verbatim 50,3% de um dossiê anônimo, com metadados do PDF sugerindo autoria interna da PF (o próprio artigo trata isso como indício, não prova). A CNN Brasil corrobora, de forma independente, a existência e o teor geral da decisão, mas não as métricas específicas de Ágape. Criado registro de perfil profissional do jornalista (formação, linha editorial, ação penal anterior arquivada pelo próprio Moraes) para calibrar a confiança da fonte. Re-checada a nota anterior do corpus sobre um suposto erro numérico ('52 vs 5 mensagens') na matéria de 02/09 — leitura direta do texto publicado não confirma esse erro; a origem da divergência anotada anteriormente fica como pendência a esclarecer. Não criados registros para nomes de servidores da PF citados por Ágape como possíveis autores do dossiê anônimo — alegação de fonte única, não verificada pela equipe contra documento primário, mantida apenas em prosa atribuída, sem elevar os nomes a entidades do grafo.

                        Registros afetados: David Ágape, Alexandre de Moraes, André Mendonça

                      Trilha de auditoria completa: histórico de commits em /data.