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Lote 274 — o ofício e o precedente por trás do encaminhamento do caso Nabas à Corregedoria da PF
Enriquecimento de precisão do achado já publicado no lote 271: o despacho de 21/08/2026 em que Mendonça autoriza o compartilhamento das provas da Pet 15.625 com a Corregedoria-Geral da PF, para instruir processo administrativo disciplinar contra o perito João Cláudio Nabas. A leitura integral da peça (feita por equipe delegada, via peticionamento) trouxe três precisões que a versão anterior não tinha: o pedido de compartilhamento partiu formalmente da própria PF, pelo Ofício nº 2652643/2026-CINQ/CGRC/DICOR/PF; Mendonça fundamentou o deferimento no precedente do Plenário do STF no MS 28.003/DF (2012, red. min. Luiz Fux); e a citação direta desse precedente — "as provas obtidas em razão de diligências deflagradas na esfera criminal podem ser utilizadas em Processo Administrativo Disciplinar (PAD)". Não muda a narrativa já publicada, só a documenta com precisão de fonte primária.
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- doc-2026-08-21-despachos-nabas-pericia-e-corregedoria / ev-nabas-contesta-autenticidade-do-moraes-pdf-e-caso-vai-a-corregedoria / src-stf-pet15625-despachos-julho-agosto-2026: acrescentado o número do Ofício da PF que pediu o compartilhamento e a citação verbatim do precedente MS 28.003/DF usado por Mendonça para deferir.
Registros afetados: André Mendonça, João Cláudio Nabas
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Lote 273 — a véspera do julgamento: Gilmar duvida que a Pet 16.662 esteja pronta, e a PF liga Mendonça a uma possível anistia do 8 de janeiro
Varredura de imprensa (não do STF) a dois dias da sessão extraordinária de 15/09/2026. Dois achados: (1) em 11/09/2026, Gilmar Mendes questionou publicamente se a Pet 16.662 está em condições de julgamento — "A rigor, na Pet 16.662, não há nem sequer pedido a ser decidido" —, apontando indefinição sobre quem é investigado, o objeto da apuração e o rito, e propondo que Fachin primeiro reunisse os procedimentos correlatos antes de levar o caso ao Plenário; a sessão foi mantida assim mesmo. (2) Enriquecimento de achado já publicado (a hipótese da própria PF de que Mendonça mira Alcolumbre via Rueda): o mesmo relatório de inteligência liga esse suposto interesse a um motivo mais amplo — a chance de que uma composição mais favorável do STF viabilizasse "anistia ampla dos crimes cometidos no contexto da recente tentativa de golpe de Estado", isto é, dos atos de 8 de janeiro de 2023. Nenhum dos dois achados é fato estabelecido: o primeiro é posição pública de um ministro sobre o rito; o segundo é hipótese da própria PF sobre a motivação de outro ministro, não confirmada por nenhuma autoridade.
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- gilmar-mendes: acrescentado que, em 11/09/2026, questionou publicamente se a Pet 16.662 estava pronta para julgamento, propondo a Fachin reunir os procedimentos antes de levar o caso ao Plenário.
- davi-alcolumbre / andre-mendonca (relação): o relatório da PF sobre "Alcolumbre como alvo estratégico" liga o suposto interesse de Mendonça também à possibilidade de uma anistia do 8 de janeiro, não só ao controle da pauta de impeachment.
Registros afetados: Gilmar Mendes, Edson Fachin, André Mendonça, Davi Alcolumbre
por orquestrador
Lote 272 — Fachin já checava a custódia do HD com a PF um dia antes de Mendonça admitir dúvida
Revisitando a Pet 16.704 pelo portal público do STF, um despacho de 12/09/2026 da Presidência (Fachin), até agora não registrado no acervo, mostra que a verificação da cadeia de custódia do HD com a extração do celular de Daniel Vorcaro não começou com a "divergência de informações" que Mendonça reconheceria só no dia seguinte (lote 271): a Presidência já havia intimado a Polícia Federal a prestar informações, em 24h, sobre a custódia do material e o estado em que se encontra. O despacho aparece entre a juntada dos ofícios de Moraes e Gilmar Mendes cobrando o compartilhamento do HD e a formalização, no mesmo dia, da substituição da relatoria da Pet 16.662 para a própria Presidência — já documentada no acervo. Consultado apenas pelo andamento público, sem o teor completo da petição/certidão associada.
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- edson-fachin: acrescentado que, em 12/09/2026, a Presidência já intimava a PF sobre a custódia do HD — um dia antes de Mendonça admitir não saber explicar a chegada do material ao seu gabinete.
Registros afetados: Edson Fachin, André Mendonça, Daniel Vorcaro
por orquestrador
Lote 271 — Mendonça reconhece que não sabe explicar como o HD lacrado chegou até ele
Dois dias antes da sessão de 15/09, Mendonça admite, em despacho na Pet 16.704, "divergência de informações" sobre como o HD com a extração do celular de Vorcaro — lacrado em seu gabinete desde março, centro da disputa com Moraes, Zanin e Gilmar Mendes registrada no lote 265 — de fato chegou até ele: "não tendo sido indicada nenhuma decisão que contivesse a referida determinação". Pede que a Presidência intime, em 24h, os quatro delegados que subscreveram a representação original da Pet 15.556 — Daniel Mostardeiro Cola, Wedson Cajé Lopes, Victor Arruda de Oliveira e Guilherme Alves de Siqueira — a explicar as circunstâncias e relatar eventuais "constrangimentos sofridos" durante as investigações. No mesmo ato, recusa incluir agora o conteúdo integral do celular de Vorcaro nos autos. Em paralelo, uma equipe delegada trouxe o desdobramento do caso do perito João Cláudio Nabas (lote 268): sua defesa contesta a autenticidade do "Moraes.pdf" por perícia, e o caso passou a tramitar também na Corregedoria-Geral da PF para eventual sanção disciplinar, com a PGR confirmando formalmente a caracterização do vazamento já registrada no acervo.
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- joao-claudio-nabas: confirmado que a busca foi cumprida em 19/05/2026; acrescentado o pedido de perícia contra o "Moraes.pdf" e a tramitação disciplinar na Corregedoria da PF.
- wedson-caje-lopes: confirmado por fonte primária como um dos quatro delegados subscritores da Pet 15.556 e como signatário de ofício na Pet 15.625.
- andre-mendonca: acrescentado o despacho de 13/09/2026 sobre a procedência do HD lacrado.
Registros afetados: André Mendonça, Edson Fachin, Daniel Vorcaro, João Cláudio Nabas, Wedson Cajé Lopes
por orquestrador
Lote 270 — os nomes que faltavam no esquema imobiliário do BRB
Rafael reautenticou no peticionamento e uma equipe delegada baixou a decisão de 15/04/2026 que autorizou a busca e apreensão contra Paulo Henrique Costa, Daniel Lopes Monteiro e outros (Pet 15.771/15.772), já parcialmente conhecida no acervo por outra via. A releitura revela três nomes que antes ficavam de fora por falta de acusação formal: a advogada Thaísa Menzato, apontada como participante qualificada do esquema (assinatura de contratos, gestão de pagamentos via WhatsApp, estruturação jurídica da Tirreno); Hamilton Suaki, médico e cunhado de Daniel Lopes Monteiro, colocado como diretor de uma das seis empresas de fachada que compraram os imóveis de R$ 146,6 milhões atribuídos a Paulo Henrique Costa; e Arthur Caixeta Nogueira, representante da REAG Portfolio Solutions, gestora do fundo por trás das seis empresas.
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- ev-pf-seis-empresas-e-um-fundo-da-reag-compraram-os-imoveis-de-paulo-henrique-costa: nomeados o diretor (Hamilton Suaki) e o representante da REAG (Arthur Caixeta Nogueira), antes anônimos por falta de acusação formal.
- daniel-lopes-monteiro: acrescentados os vínculos com Hamilton Suaki e Thaísa Menzato, e um indício de repasse de R$ 86 milhões achado em documento na residência de Vorcaro.
Registros afetados: Thaísa Menzato, Hamilton Suaki, Arthur Caixeta Nogueira, Daniel Lopes Monteiro, Paulo Henrique Costa
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Alcolumbre esteve no fórum de Londres do Master, e é rival — não aliado — de Rueda no União Brasil
Terceira rodada do aprofundamento Alcolumbre/Rueda. (1) Reportagens de fevereiro de 2026 (O Tempo, Jornal de Brasília) revelam que Davi Alcolumbre e Ciro Nogueira estiveram, pessoalmente, entre os presentes do 1º Fórum Jurídico Brasil de Ideias (Londres, 24-26/04/2024) — evento patrocinado pelo Banco Master já bem documentado no corpus (reuniu também Toffoli, Moraes, Gilmar Mendes, Lewandowski, Jorge Messias, Andrei Rodrigues, Paulo Gonet e Michel Temer) — é a primeira ligação pessoal direta de Alcolumbre com um evento custeado pelo banco, distinta das ligações via família e aliados já registradas. (2) Em 02/09/2026, véspera da decisão de Moraes contra Mendonça que cita Alcolumbre nominalmente, os dois se reuniram por três horas na residência do senador; horas depois, Alcolumbre saiu em defesa pública de Moraes — sequência registrada sem prova de causalidade. (3) Achado estrutural importante: Alcolumbre e Rueda não são aliados — disputam publicamente o comando estratégico do União Brasil para 2026, com posições opostas sobre a relação com o governo Lula. Isso não confirma nem afasta a hipótese da PF sobre Mendonça usar Rueda como "rota de acesso" a Alcolumbre, mas complica a leitura de qualquer aliança entre os dois. De brinde, o perfil de Rueda foi enriquecido com sua trajetória no PSL/DEM/União Brasil e o rompimento com Bivar em 2023.
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Registros afetados: Davi Alcolumbre, Ciro Nogueira, Antônio Rueda, Alexandre de Moraes, Banco Master
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Girão acusa Alcolumbre de conflito de interesses, e Rueda é apontado como alvo oculto da Carbono Oculto
Continuação do aprofundamento da linha Alcolumbre/Rueda. (1) Em 24/08/2026, o senador Eduardo Girão (novo verbete) acusou publicamente Davi Alcolumbre de bloquear a CPI do Banco Master por "conflito de interesses", citando nominalmente o irmão dele no Conselho Fiscal da Amprev (Alberto Samuel Alcolumbre Tobelem, já no acervo) e o ex-tesoureiro de campanha à frente da autarquia (Jocildo Lemos); a assessoria de Alcolumbre não contestou os fatos, apenas disse que não comentaria. (2) Antônio Rueda, além da acusação de comissão de 10% no caso Master, é apurado desde 17/09/2025 pela PF, na Operação Carbono Oculto, sob suspeita de ser dono oculto de jatos executivos e de fundos de investimento (Bariloche e Viena) ligados ao esquema de combustíveis do PCC — um piloto da empresa que operava as aeronaves o identificou perante a PF; Rueda nega e classifica como acusação política. É frente distinta da do Master, sem elo documental encontrado entre as duas, exceto a coincidência de que a Trustee DTVM (ligada a um ex-sócio de Vorcaro) também aparece na Carbono Oculto, em fundos diferentes. Até setembro de 2026, nenhuma das duas frentes resultou em oitiva, indiciamento, denúncia ou arquivamento contra Rueda.
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Registros afetados: Davi Alcolumbre, Eduardo Girão, Alberto Samuel Alcolumbre Tobelem, Jocildo Lemos, Antônio Rueda
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Lote 269 — a operação contra Cláudio Castro foi maior do que se sabia
Sem acesso ao peticionamento sigiloso (sessão do Rafael expirou), a varredura seguiu pelo portal público do STF nos processos restantes da lista da PGR. A decisão de 25/05/2026 contra Cláudio Castro gerou pelo menos 10 mandados de busca e apreensão (Pet 15.676) e mais 3 ofícios em processo companheiro de origem fluminense (Pet 15.686) que nomeia um segundo alvo, Tharcio Nascimento Salgado — mais ampla do que a busca "na casa do ex-governador" noticiada pela imprensa. Em 11/08/2026, Mendonça indeferiu pedido do operador Ricardo Siqueira Rodrigues (identificado no lote 266) no mesmo processo, mantendo as investigações contra ele. Os processos ligados a Jaques Wagner (16.201, 16.210) e Augusto Ferreira Lima (16.229, 16.230) mostraram-se a mesma 9ª fase já documentada no acervo (fonte primária já lida em sessão anterior); as Pets 15.771/15.772/ 15.773 (Daniel Lopes Monteiro, Thaísa Menzato, Paulo Henrique Costa) confirmaram-se como desdobramentos de custódia de uma operação conjunta de 15/04/2026, de baixo valor investigativo adicional sem leitura do conteúdo sigiloso.
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- claudio-castro: a operação de 25/05/2026 tinha, na verdade, ao menos 10 mandados de busca e apreensão e um segundo alvo (Tharcio Nascimento Salgado), não só a busca na residência já noticiada.
- ricardo-siqueira-rodrigues: acrescentado o indeferimento de pedido dele por Mendonça em 11/08/2026.
Registros afetados: Cláudio Castro, Ricardo Siqueira Rodrigues, Tharcio Nascimento Salgado, André Mendonça
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Lote 268 — a fonte do vazamento: um perito da PF, dois arquivos, e Malu Gaspar
Fechando o mapeamento dos 17 processos que a PGR listou como excluídos do levantamento de sigilo (lote 265), a Pet 15.625 — o inquérito aberto em 06/03/2026 a pedido da própria defesa de Vorcaro para apurar vazamentos de seu celular — resolve um fio que o acervo mantinha em aberto desde os lotes 168/169: quem vazou o quê, e para quem. A PF identifica o Perito Criminal Federal João Cláudio Nabas, que tinha acesso ao laudo de extração do celular de Vorcaro, como autor de dois arquivos criados em 04/12/2025 — "Moraes.pdf" (sobre o contrato entre a advogada Viviane Barci de Moraes e o Master) e "Toffoli e esposa.pdf" —, repassados no dia seguinte à delegada que presidia a investigação, com o incentivo para que ela procurasse a jornalista Malu Gaspar, de quem ele disse ser fonte havia anos. A reportagem de O Globo de 09/12/2025 trouxe conteúdo coincidente com o "Moraes.pdf". O mesmo arquivo foi apagado do OneDrive institucional horas antes de uma reportagem de março de 2026 sobre as conversas Vorcaro-Moraes — o episódio que deflagrou toda a crise institucional do STF —, o que a PF trata como reforço indiciário, não como prova, de uma mesma fonte por trás dos dois vazamentos. Mendonça, com aval da PGR, suspendeu Nabas da função, autorizou busca e apreensão e afastou o sigilo telemático de sua conta.
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- evt-2026-03-06-mendonca-inquerito-vazamento: acrescentado o desfecho parcial — o suspeito identificado é o perito João Cláudio Nabas.
- malu-gaspar: acrescentado que, além de alvo de devassa, ela também teria recebido material vazado por um perito da PF.
- dias-toffoli: registrada a criação do arquivo "Toffoli e esposa.pdf" pelo mesmo suspeito, sem confirmação de conteúdo ou publicação.
- alexandre-de-moraes: registrada a hipótese investigativa (não provada) de que a mesma fonte vazou tanto o contrato de Viviane Barci de Moraes quanto as conversas dele com Vorcaro.
Registros afetados: João Cláudio Nabas, André Mendonça, Malu Gaspar, Daniel Vorcaro, Viviane Barci de Moraes, Alexandre de Moraes, Dias Toffoli
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A linha Alcolumbre — o irmão no conselho fiscal da Amprev, e a hipótese da própria PF sobre Rueda como "rota de acesso"
Aprofundamento pedido por Rafael a partir dos elementos do lote 265 (o ofício de Moraes citando Alcolumbre como alvo de suposto direcionamento de Mendonça). Dois achados: (1) um relatório de inteligência da PF, base da decisão de Moraes de 03/09/2026, descreve Alcolumbre como "provável alvo estratégico" pelo controle que exerce sobre a pauta de impeachment de ministros do STF, levanta a hipótese de que Mendonça veria em Antônio Rueda uma "rota de acesso" a ele, e relaciona isso à resistência histórica de Alcolumbre à indicação de Mendonça ao STF — hipótese da própria PF sobre a conduta de Mendonça, em direção causal oposta à do editor já registrada (que especulava Alcolumbre blindando Rueda/ACM Neto, não Mendonça mirando Alcolumbre via Rueda). (2) Enriquecimento de verbete já existente: Alberto Samuel Alcolumbre Tobelem — já registrado como presidente da Junta Comercial do Amapá — integrou o Conselho Estadual de Previdência do Amapá em 2023-2024 e passou ao Conselho Fiscal da Amprev a partir de 2025, depois das três deliberações de julho de 2024 que aprovaram R$ 400 milhões em letras do Master. PF e MP-AP apuram se o fundo ignorou alerta do conselheiro Gláucio Bezerra, em reunião de 30/07/2024, antes de aportar parte dos recursos. Nenhum ato concreto de investigação contra ele foi localizado.
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Registros afetados: Davi Alcolumbre, Alberto Samuel Alcolumbre Tobelem, Antônio Rueda, André Mendonça, Gláucio Maciel Bezerra, Amapá Previdência
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Trilha de auditoria completa: histórico de commits em /data.