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Fonte · Imprensa

Vorcaro foi cobrado por demora em pagamentos de resort de Toffoli, diz jornal

Gazeta do Povopublicada em 14/02/2026capturada em 03/09/2026Imprensa

Acesso

Relatório da PF entregue ao STF (via Estadão): em maio de 2024 Vorcaro escreveu a Zettel 'Você não resolveu o aporte do fundo Tayayá? Estou em situação ruim'; Zettel listou 'Tayaya - 15' e Vorcaro mandou 'Paga tudo hoje'; em agosto de 2024, 'Cara, me deu um puta problema. Onde tá a grana?'; Zettel: 'Pagamos 20 milhões lá atrás. Agora mais 15 milhões'. A Maridt vendeu sua participação a fundos que tinham Zettel como acionista, antes de a ação do BRB ser distribuída a Toffoli.

Fonte secundária: sustenta, no máximo, evidências corroboradas (C) ou alegações (A), salvo quando reproduz documento primário lido pela equipe.

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Verificada em
03/09/2026
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O que esta fonte sustenta

Evidências

  • AAlegaçãoA Maridt vendeu sua participação no Tayayá a fundos de investimento que tinham Fabiano Zettel como acionista, antes de a ação do BRB ser distribuída a Toffoli.
  • CCorroboradoEm maio de 2024 Vorcaro escreveu a Fabiano Zettel 'Você não resolveu o aporte do fundo Tayayá? Estou em situação ruim'; Zettel apresentou lista de pagamentos com 'Tayaya - 15' (R$ 15 milhões, segundo a PF) e Vorcaro respondeu 'Paga tudo hoje'.
  • CCorroboradoEm agosto de 2024 Vorcaro voltou a cobrar Zettel ('Aquele negócio do Tayayá não foi feito?' / 'Cara, me deu um puta problema. Onde tá a grana?'); Zettel respondeu 'Pagamos 20 milhões lá atrás. Agora mais 15 milhões' e mencionou transferir cotas do 'fundo dono do Tayayá'.

Atos públicos

Nenhum.

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