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Oliver Ortiz, o narcotraficante que investiu no Banco Master
Cubo Jornalismopublicada em 09/03/2026capturada em 19/09/2026Imprensa
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Reportagem que reconstrói o vínculo de Oliver Ortiz de Zárate Martin, narcotraficante espanhol condenado no Brasil em 2013, como cotista de fundos geridos por Benjamim Botelho de Almeida, ligados à aquisição do Banco Máxima. Registra que tanto Botelho quanto Ortiz foram procurados por e-mail para se manifestar e nenhum dos dois respondeu: "Benjamim Botelho foi procurado por email, assim como Oliver Ortiz. Nenhum dos dois enviou resposta."
Fonte secundária: sustenta, no máximo, evidências corroboradas (C) ou alegações (A), salvo quando reproduz documento primário lido pela equipe.
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- 19/09/2026
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O que esta fonte sustenta
Evidências
- CCorroboradoOliver Ortiz de Zarate Martin foi preso pela Polícia Federal em 27/06/2013, em cobertura na Barra da Tijuca (RJ), com apreensão de R$ 175 mil, US$ 150 mil, € 110 mil, sete imóveis e cerca de R$ 20 milhões em bens; segundo o delegado Paulo Telles, da DRE/PF, chefiava quadrilha espanhola ligada a cartéis colombianos, atuando em tráfico marítimo. Segundo o ICL Notícias (09/03/2026), reproduzido pelo Cubo Jornalismo, foi condenado a 16 anos de prisão por lavagem de dinheiro e tráfico internacional de drogas; só o ICL situa a condenação em dezembro de 2013. A sentença e o número do processo não foram localizados. A prisão é fato público sobre Ortiz — e não pode ser usada como qualificação de terceiros.
Documentos
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Eventos
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Atos públicos
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Pessoas e organizações
Relações derivadas
Nenhuma.