Transparência
Atualizações
Último build do corpus: 01/11/2026, 07:23 BRT. Cada alteração de dado passa por validação automática e revisão; o histórico completo está no Git do repositório.
Lote 16: o relatório final da CPMI do INSS e sua rejeição. O texto do relator, de 4.340 páginas, foi lido em 27/03/2026 e rejeitado por 19 votos a 12 na madrugada seguinte; a comissão encerrou sem relatório aprovado. O documento dedica seção própria ao Banco Master, propõe indiciar Daniel Vorcaro e Augusto Ferreira Lima por oito crimes cada, reúne dados de auditoria da CGU (documentação contratual ausente em 84,3% das operações entre outubro de 2021 e abril de 2023; 62,5% das averbações com score biométrico insuficiente), registra a suspensão do acordo com o INSS em outubro de 2025 e o bloqueio de cerca de R$ 2 bilhões, e recomenda exames sobre contratos e relações envolvendo integrantes e familiares do STF. Todo registro traz o enquadramento: proposta vencida, sem efeito institucional, e o próprio texto reconhece que os elementos sobre o STF vêm sobretudo de debates da comissão e da imprensa.
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- O documento é a proposta do relator, não conclusão da CPMI: foi rejeitado por 19 a 12 e a comissão terminou sem relatório aprovado.
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Lote 15: quanto o banco pagou e a quem. Entram os R$ 304,5 milhões pagos a advogados e escritórios em 2025, distribuídos entre ao menos 98 bancas, com o escritório Barci de Moraes no topo (R$ 40,1 milhões só naquele ano); os R$ 25,8 milhões em consultorias ligadas a três ex-presidentes do Banco Central; o contrato de R$ 250 mil mensais com o escritório de Ricardo Lewandowski, que seguiu sendo pago por 21 meses depois de ele assumir o Ministério da Justiça, com a nota em que afirma ter deixado a sociedade e suspendido o registro na OAB; e os R$ 3,8 milhões à empresa de Fabio Wajngarten para a defesa de Vorcaro, confirmados por ele. Registra-se também a confirmação, pelo senador Jaques Wagner, de que indicou o escritório de Lewandowski ao banco.
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Lote 14: a frente da Procuradoria-Geral da República. Entram o registro, no relatório da PF, de pedido para que Vorcaro custeasse a ida do filho do procurador-geral a evento em Londres, feito por intermediário; o custo da degustação de uísque na primeira edição do fórum; a intimação do relator para que a PGR se manifestasse em cinco dias; a reação interna do Conselho Superior do MPF; a rejeição de nova tentativa de delação e o pedido de arquivamento das denúncias de ameaça. Registra-se também que o relatório não aponta resposta do ministro Alexandre de Moraes às mensagens em que o banqueiro pede atuação em seu favor.
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- O filho do procurador-geral, pessoa privada, não entra como nó do mapa; aparece apenas como 'o filho' nas descrições.
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Lote 13: o chamado núcleo de intimidação. Entram o plano, revelado na 3ª fase, de simular um assalto contra o colunista Lauro Jardim, a reação da Associação Nacional de Jornais, o policial federal aposentado apontado como cooptador de agentes para consultas indevidas, e a morte de Luiz Phillipi Mourão sob custódia da PF em 04/03/2026, com a nota da corporação e a contestação da família, que não teve acesso às imagens, aos autos nem ao laudo do IML. Entra também a primeira manifestação de Vorcaro sobre o tema, dizendo que deu ordens de agressão porque 'estava nervoso' e que não se concretizaram.
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- A pessoa morta sob custódia passa a ser tratada pelo nome, com o apelido registrado apenas como alias e sempre atribuído aos investigadores, conforme contestação da família.
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Lote 12: a resposta institucional e legislativa, por fontes oficiais. Fato Relevante do BRB de 28/03/2025 com os percentuais exatos da compra; requerimento da CAE registrando que o preço equivalia a 75% do patrimônio do banco público; convocações da CPI do Crime Organizado e da CPMI do INSS; PLP 135/2026, de Ciro Nogueira, elevando o limite do FGC; substitutivo à PEC 65/2023 aprovado na CCJ; projeto da Câmara sobre exoneração de diretor do BC; e o comunicado oficial da PF sobre a 10ª fase, que eleva o evento a documental.
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Lote 11: os dois contratos do escritório Barci de Moraes. Entra o segundo instrumento, de 12/05/2025, firmado com a Viking Participações e com limite de R$ 50 milhões líquidos, seguido do termo de dação em pagamento que previa quitar R$ 40 milhões com ações de duas empresas ligadas a aeronaves. Entram também os R$ 80,2 milhões apontados pela Receita à CPI, a confirmação do escritório de que o ministro editou a última versão do primeiro contrato a pedido do compliance do banco, e a ressalva da própria PF de que o relatório de 218 páginas não é exaustivo.
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Lote 10: o controle externo e a crise em torno do diretor-geral da PF. Entra a inspeção do TCU no Banco Central, concluída em 11/02/2026, cujo relatório, segundo interlocutores da Corte, não aponta irregularidades na atuação da autoridade monetária, seguida da ampliação do sigilo. Entram também o depoimento de Vorcaro ao gabinete de André Mendonça (02/09/2026), com alegação de tortura psicológica e de que a delação teria sido recusada para poupar o diretor-geral, a resposta de integrantes da PF e da PGR, a versão dos interlocutores do diretor-geral sobre um único encontro casual em Londres, e as duas petições do Partido Novo ao STF (03/09/2026).
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Lote 9: a frente de São Paulo. Entra o Termo de Colaboração 01/SMIT/2024, de R$ 108 milhões, entre a Secretaria Municipal de Inovação e Tecnologia e o Instituto Conhecer Brasil, para 5 mil pontos de wi-fi gratuito; a Operação Wi-Fi Livre da Polícia Civil (01/06/2026), com oito mandados que alcançaram o instituto, a Go Up Entertainment, endereços de Karina Ferreira da Gama e a sede da secretaria; a autorização do ministro Flávio Dino (24/08/2026) para a Polícia Federal acessar os dados; e as emendas de R$ 2 milhões atribuídas a Mário Frias, negadas pela defesa. O contraditório da empresária e o da prefeitura estão registrados.
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- Três evidências de manifestação de parte foram reclassificadas de C para A antes da publicação: uma única reportagem não corrobora.
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Lote 8: atos oficiais e a representação de 98 páginas. Atos do Presidente do BC nº 1.377 e nº 1.378 (DOU de 19/02/2026) elevam a liquidação do Banco Pleno a documental e trazem o termo legal de 22/12/2025; a liquidação da CBSF (ex-Reag) ganhou data certa (15/01/2026). A representação da PF (INQ 5026, PET 16.032) acrescenta o uso gratuito de aeronaves e ingressos, o contrato do apartamento quitado na assinatura, e a origem da sociedade de Augusto Lima no Master pelas carteiras do CredCesta, criado no contexto da Empresa Baiana de Alimentos; entra também a Lei nº 14.431/2022, que ampliou o consignado.
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- A liquidação da CBSF (ex-Reag) passou de 'janeiro de 2026' para 15/01/2026, com fonte nomeada.
- Um evento duplicado da liquidação da CBSF foi criado e removido antes da publicação.
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Lote 7: leitura integral de documentos primários. Decisão da Petição 16.229 (9ª fase, Mendonça, 17/06/2026), com os três eixos da apuração, um apartamento do Poème Horto, a BN Financeira, a Epítome S.A. e as medidas cautelares; decisão da 4ª Vara Federal Criminal do Amapá que autorizou a Zona Cinzenta, com a conduta individualizada dos gestores da Amprev e a ata de 30/07/2024; decisão da 6ª fase; e nota da defesa de Thiago Miranda. Eventos da 9ª fase e da Zona Cinzenta passaram de corroborados a documentais.
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- O 'DANIEL' citado na cadeia do imóvel é Daniel Lopes Monteiro, não Daniel Vorcaro; a evidência foi corrigida antes da publicação.
por orquestrador
Trilha de auditoria completa: histórico de commits em /data.